Resistência de genótipos de milho e diferentes estratégias no controle de Spodoptera frugiperda (Lepidoptera: Noctuidae).
Palavras-chave:
Lagarta-do-cartucho, Zea mays, MIPResumo
O trabalho teve como objetivo avaliar o controle de Spodoptera frugiperda em genótipos transgênicos e convencional de milho, adotando diferentes estratégias de controle. Os experimentos foram conduzidos em condições de campo, na safra de verão 2015/2016 em Urutaí-Goiás. O delineamento experimental adotado foi em blocos ao acaso (DBC), em esquema de parcelas subdivididas, com 4 estratégias de controle: Testemunha (ausência de controle), controle químico (Metomil + Deflubenzurom), MIP (Manejo Integrado de Pragas/Spinosade) e controle biológico (Trichogramma pretiosum), 3 genótipos (Impacto VIP3, P3862 HX e BM 3061) e 4 repetições. Na fase vegetativa, avaliou-se o nível de dano foliar em 4 períodos (15, 22, 29 e 36 Dias Após Emergência). O genótipo Impacto VIP 3 proporcionou controle e redução dos danos ocasionados por S. frugiperda. O milho P 3862 com tecnologia Herculex obteve danos semelhantes ao hibrido convencional BM 3061, indicando eficiência limitada da proteína Cry1F. O tratamento MIP (Spinosade) apresentou desempenho satisfatório no controle de S. frugiperda, em milho convencional e transgênico.Downloads
Publicado
2018-04-10
Edição
Seção
Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação - JORNADA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO