USO DE ANÁLISES FISIOLÓGICAS PARA A AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE SEMENTES DE SORGO SACARINO DURANTE O ARMAZENAMENTO

Autores

  • Yuri de Brito Paiva Universidade Estadual de Santa Helena de Goiás – GO, Brasil.
  • José Henrique da S. Taveira Universidade Estadual de Santa Helena de Goiás – GO, Brasil.
  • Jardélcio Carvalho
  • Osvaldo Resende Instituto Federal Goiano.
  • Angelina M. M. Giongo Universidade Estadual de Santa Helena de Goiás – GO, Brasil.
  • Cláudio Mecenas Júnior Universidade Estadual de Santa Helena de Goiás – GO, Brasil.
  • Lilian M. Costa Instituto Federal Goiano.

Palavras-chave:

Embalagens. Viabilidade. Germinação.

Resumo

Assemelhando-se à cana-de-açúcar na função de produção de etanol, o sorgo do tipo sacarino ganha atenção nacional. Visto sua importância econômica, há necessidade de uma grande produção para suprir a demanda nacional. No processo de produção de sementes de sorgo sacarino, há etapas que influenciam a qualidade final do produto, dentre eles o armazenamento. A identificação de análises que possam caracterizar a qualidade de sementes é essencial, visto que, a descrição da perda de viabilidade durante o armazenamento de sementes de sorgo sacarino pode indicar a necessidade de mudanças no atual sistema de armazenagem. Diante disso, objetivou-se com o presente trabalho avaliar a qualidade fisiológica das sementes de sorgo sacarino ao longo do armazenamento em diferentes embalagens. O experimento foi conduzido em esquema fatorial (4x4) com 3 repetições, onde são 4 tempos e 4 diferentes embalagens. Dentre os resultados obtidos, temos que o tempo de armazenamento influenciou de forma negativa na qualidade fisiológica da semente, visto um decréscimo no potencial germinativo e com o decorrer do armazenamento, as sementes tenderam a se umedecer. De acordo com os resultados do experimento, pode se concluir que garrafa pet mantem os níveis de germinação das sementes de sorgo sacarino altos.

Biografia do Autor

  • Yuri de Brito Paiva, Universidade Estadual de Santa Helena de Goiás – GO, Brasil.
    Via Protestado Joaquim Bueno, n° 945 – Universidade Estadual de Santa Helena de Goiás – GO, Brasil, CEP 75.920-000;
  • José Henrique da S. Taveira, Universidade Estadual de Santa Helena de Goiás – GO, Brasil.
    Via Protestado Joaquim Bueno, n° 945 – Universidade Estadual de Santa Helena de Goiás – GO, Brasil, CEP 75.920-000;
  • Jardélcio Carvalho
    NexSteppe Sementes do Brasil Ltda, Rodovia Br 060, S/N, Km 376, Santo Antônio de Lisboa, Rio Verde – GO, Brasil, CEP: 75.904-840.
  • Osvaldo Resende, Instituto Federal Goiano.
    Rodovia Sul Goiana, Km 01, Zona Rural, Rio Verde – GO, CEP: 75.901-970 – Brasil – Instituto Federal Goiano;
  • Angelina M. M. Giongo, Universidade Estadual de Santa Helena de Goiás – GO, Brasil.
    Via Protestado Joaquim Bueno, n° 945 – Universidade Estadual de Santa Helena de Goiás – GO, Brasil, CEP 75.920-000;
  • Cláudio Mecenas Júnior, Universidade Estadual de Santa Helena de Goiás – GO, Brasil.
    Via Protestado Joaquim Bueno, n° 945 – Universidade Estadual de Santa Helena de Goiás – GO, Brasil, CEP 75.920-000;
  • Lilian M. Costa, Instituto Federal Goiano.
    Rodovia Sul Goiana, Km 01, Zona Rural, Rio Verde – GO, CEP: 75.901-970 – Brasil – Instituto Federal Goiano;

Downloads

Publicado

2018-04-10

Edição

Seção

Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação - Seminário de Iniciação Científica - Painel