Diatomáceas como bioindicador da qualidade dos ambientes aquáticos: uma revisão.

Autores

  • João Paulo F. de Souza Universidade Estadual de Goiás (UEG) Câmpus Henrique Santillo
  • Ana Paula Teixeira Universidade Estadual de Goiás (UEG) Câmpus Henrique Santillo
  • Andressa O. Brito Universidade Estadual de Goiás (UEG) Câmpus Henrique Santillo
  • Paulo Fernandes R. S. Silva Universidade Estadual do Mato Grosso (UneMat)
  • Fernanda Melo Carneiro Universidade Estadual de Goiás (UEG) –Câmpus Laranjeiras

Palavras-chave:

Fitoplâncton. Bacillariophyceae. Monitoramento ambiental. Impacto ambiental.

Resumo

A diversidade biológica presente nos ecossistemas aquáticos está sujeita a diferentes pressões antrópicas. Nesse contexto estudos de monitoramento ambiental dos ecossistemas aquáticos utilizando organismos biológicos se mostram úteis e eficientes. As diatomáceas são importantes organismos componentes do fitoplâncton que respondem rapidamente a mudanças no meio aquático e consequentemente se mostram como eficientes bioindicadores da qualidade da água. Nesse trabalho revisamos a literatura sobre o uso de um grupo de algas (Bacillariophyceae) como bioindicadores, ressaltando as principais características desse grupo de algas e os ambientes que algumas espécies toleram. Foi possível perceber um aumento nos estudos usando essas algas ao longo dos anos, sugerindo um aumento do interesse do uso desses organismos em estudos de monitoramento. Nota-se ainda que diferentes espécies de diatomáceas são utilizadas em diferentes ambientes mostrando que esse grupo de algas são observadas em diferentes níveis de impactos ao longo de um gradiente, as tornando apropriada para estudos de monitoramento.

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Publicado

2018-04-10

Edição

Seção

Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação - JORNADA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO