MALABARISMOS IDEOLÓGICOS DA EDUCAÇÃO FÍSICA “MULTICULTURAL” E A RECONCILIAÇÃO ENTRE ESCOLA E HEGEMONIA BURGUESA.

Autores

  • Álcio Crisóstomo Magalhães ESEFFEGO - Escola Superior de Educação Física e Fisioterapia do Estado de Goiás
  • Gabriela Guimarães ESEFFEGO - Escola Superior de Educação Física e Fisioterapia do Estado de Goiás
  • Gabriella Paula Pereira Matos ESEFFEGO - Escola Superior de Educação Física e Fisioterapia do Estado de Goiás
  • Rany Kelly Pereira de Santana ESEFFEGO - Escola Superior de Educação Física e Fisioterapia do Estado de Goiás

Palavras-chave:

Crítica. Educação Fisica. Ideologia. Reestruturação curricular.

Resumo

A partir dos novos determinantes históricos a Educação Física passou a organizarse, pelo menos no que diz respeito às bases teórico-metodológicas, considerando a totalidade dos
processos históricos ou pelo menos dos processos intra-individuais que orientam o fazer humano.
Porém, o século XXI vem destituindo a crítica ou a radicalidade analítica da condição de categoria
central para a construção de referenciais teórico-metodológicos para a Educação Física escolar, e é
essa a tese da pesquisa bibliográfico-documental acerca da Reestruturação Curricular da SEE/Goiás.
Neste sentido, o objetivo do presente trabalho, o qual se fundamenta no paradigma materialista
histórico dialético, é demonstrar que por meio de uma adesão às ideologias dos organismos
internacionais de reprodução do capital, a área vem novamente se constituindo em superestrutura do
capitalismo. Por fim, o que se evidencia é uma reconciliação de um casamento infeliz. A Educação
Física escolar por meio de uma ressignificação conceitual sem respaldo na realidade concreta, vem
retomando essa condição de superestrutura da hegemonia capitalista, ainda que travestida de uma
aparente “pós-modernidade, mais moderna do que nunca.

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Publicado

2018-04-10

Edição

Seção

Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação - Seminário de Iniciação Científica - Painel