Fracionamento do Látex de Mangabeira e Análise de Proteínas Totais

Autores

  • Gleiciane Soares Pereira Universidade Estadual de Goiás, Campus Anápolis de Ciências Exatas e Tecnológicas
  • Patrícia Lima D’Abadia Universidade Estadual de Goiás, Campus Anápolis de Ciências Exatas e Tecnológicas
  • Luciane Madureira de Almeida Universidade Estadual de Goiás, Campus Anápolis de Ciências Exatas e Tecnológicas

Palavras-chave:

Cerrado, Mangaba, Plantas medicinais, Perfil Protéico, Prospecção Fitoquímica

Resumo

O látex de mangabeira possui valor terapêutico e é empregado na medicina popular para o
tratamento de inúmeras enfermidades. Além do uso popular, pesquisas têm mostrado que o látex de
mangabeira possui alto potencial angiogênico, e ausência citogenotoxicidade em diferentes modelos
biológicos. O objetivo desse trabalho foi fracionar o látex de mangabeira, e identificar o perfil protéico
e a presença de metabólitos secundários da fração do látex que apresenta a maior atividade
angiogênica. Após o fracionamento foram obtidos duas frações, a fração borracha a fração soro com
o seu precipitado, a qual foi chamada de F1. O perfil protéico foi obtido após a submissão da fração
F1 à eletroforese em gel de poliacrilamida, onde foram visualizadas 8 bandas com peso molecular
variando de aproximadamente 16.5 a 140 KDa. Os resultados da prospecção fitoquímica da fração F1
identificou no látex de mangabeira a presença de taninos e flavonóides Esses compostos possuem
potencial farmacológico, uma vez que apresentam atividades antioxidante, antimicrobiana e
angiogênica.

Biografia do Autor

  • Gleiciane Soares Pereira, Universidade Estadual de Goiás, Campus Anápolis de Ciências Exatas e Tecnológicas
    Laboratório de Biotecnologia, Universidade Estadual de Goiás (Campus de Ciências Exatas e Tecnológicas)
  • Patrícia Lima D’Abadia, Universidade Estadual de Goiás, Campus Anápolis de Ciências Exatas e Tecnológicas
    Doutorado em Recursos Naturais do Cerrado, Universidade Estadual de Goiás (Campus de Ciências
    Exatas e Tecnológicas)
  • Luciane Madureira de Almeida, Universidade Estadual de Goiás, Campus Anápolis de Ciências Exatas e Tecnológicas

    Laboratório de Biotecnologia, Universidade Estadual de Goiás (Campus de Ciências Exatas e Tecnológicas)

    Doutorado em Recursos Naturais do Cerrado, Universidade Estadual de Goiás (Campus de Ciências
    Exatas e Tecnológicas)

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Publicado

2018-04-10

Edição

Seção

Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação - Seminário de Iniciação Científica - Painel