Entre as narrativas e a legalidade: o espaço urbano de Pirenópolis no século XIX.

Autores

  • Heloísa Dias Silva Universidade Estadual de Goiás, Campus Anápolis de Ciências Exatas e Tecnológicas
  • Deusa Maria Boaventura Universidade Estadual de Goiás, Campus Anápolis de Ciências Exatas e Tecnológicas

Palavras-chave:

Meia Ponte. Ordenamento urbano. Viajantes. Relatórios provinciais

Resumo

O presente trabalho tem por objetivo compreender as transformações dos espaços da Meia
Ponte oitocentista a partir dos livros de August de Saint-Hilaire, Johann Emmanuel Pohl e William
Burchell. Junto aos relatos buscou-se associá-los aos relatórios das províncias de Goiás,
particularmente àquelas que se dedicaram a forma de ordenamento das vilas. Por se inserir no
período do século XIX, a pesquisa apresenta o desejo de modernização, bem como o ideário
higienista, que assolava o país, como princípios para as novas legislações que alteraram a
organização espacial de Meia Ponte, erguida a partir de concepções coloniais. Aliada a esse fato, a
criação das Juntas Provisórias e posteriormente dos Códigos de Posturas de cada Província,
determinando a organização, disciplinamento e a construção do espaço da cidade, além das
transformações da paisagem urbana e também os princípios que gerarão a vida dos citadinos,
influenciaram no novo modo de se construir as vilas e os arraiais oitocentistas brasileiros.

Biografia do Autor

  • Heloísa Dias Silva, Universidade Estadual de Goiás, Campus Anápolis de Ciências Exatas e Tecnológicas
    Graduanda do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Estadual de Goiás -  Campus de Ciências Exatas e Tecnológicas

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Publicado

2018-04-10

Edição

Seção

Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação - Seminário de Iniciação Científica - Painel