Hanseníase vista pelos profissionais da epidemiologia e da dermatologia
Palavras-chave:
Medicina. Politicas Publicas. Doenças. Medicamentos.Resumo
Este trabalho é apresentação dos resultados do projeto de pesquisa intitulado: “Hanseníase:os estigmas vistos pela medicina”, do qual participamos como pesquisada de iniciação cientifica do
programa PIBIC/UEG. O projeto teve como objetivo geral de observar e analisar, como os estigmas
da hanseníase são retratados nas áreas de epidemiologias e dermatologias através de artigos ou
revistas científicas. Por muito tempo, os hansenianos sofreram pela falta de medicação adequada e
conhecimento cientifico. Na década de 1940 o óleo de chaulmoogra, que foi substituído por sulfonas,
e hoje é através da poliquimioterapia (PQT). Não existia um profissional especifico para cuidar dos
leprosos, na Antiguidade quem fazia essa função eram os sacerdotes. Além disso, os enfermos eram
afastados da sua família, da sociedade e acaba sendo isolados. Mesmo com o avanço da medicina, a
cura da hanseníase existe resquícios estão no presente. Assim, buscamos analisar como a
dermatologia aborda esses discursos e como o preconceito esta enraizado nos médicos. Sendo
assim, a pesquisa também buscou analisar como a epidemiologia contribui para os estudos da
hanseníase. Um dos principais motivos para o aumento doença era por causa da desigualdade social,
a falta de infraestrutura, de saneamento básico e de ações por parte do governo.
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Publicado
2018-04-10
Edição
Seção
Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação - Seminário de Iniciação Científica - Painel