REVOLUÇÃO MEXICANA: A VISÃO DOS CONTEMPORÂNEOS FLORES MAGÓN E JOHN REED

Autores

Palavras-chave:

México. Revolução. John Reed. Flores Magón

Resumo

O presente trabalho é parte do projeto de pesquisa Revoluções na América Latina: um
balanço historiográfico. Analisa os escritos de dois contemporâneos da Revolução Mexicana, Ricardo
Flores Magón e John Reed, visa identificar as perspectivas teóricas, políticas dos autores e possíveis
interpretações valorativas das obras analisadas sobre aquele acontecimento. Por ambos os autores
serem testemunhas do movimento revolucionário justifica-se a importância dos seus textos como
sendo verdadeiros documentos da época. Por não se tratar de obras historiográficas no sentido
preciso, a análise das obras destes dois autores contribuirá para a escrita da história da Revolução
Mexicana e sua relevância como processo histórico. O conceito de revolução adotado aqui é definido
como a transformação radical da sociedade, entendida como a superação das relações de produção
e demais relações sociais, incluindo as relações de poder, dominantes. Essa transformação deriva
das próprias contradições existentes entre as forças produtivas e as relações de produção, que
reflete na luta de classes. Por sua vez, acaba por envolver toda a sociedade sintetizando-se na luta
contra o Estado, principal responsável pela reprodução das relações sociais dominantes.

Biografia do Autor

  • Julieny Oliveira Espindola, Universidade Estadual de Goiás
    Estudante (IC)
  • José Santana Silva, Universidade Estadual de Goiás
    Pesquisador (PQ)

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Publicado

2018-04-10

Edição

Seção

Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação - Seminário de Iniciação Científica - Painel