Parâmetros fisiológicos de vacas Jersolando e Mestiças Holandês-Gir

Autores

  • Kahena Lagares de Mendonça Milhomem Universidade Estadual de Goiás, Câmpus São Luís de Montes Belos
  • Rafael Alves da Costa Ferro Universidade Estadual de Goiás, Câmpus São Luís de Montes Belos
  • Maurício Luís Galvão Lacerda Universidade Estadual de Goiás, Câmpus São Luís de Montes Belos
  • Ramon Carmo do Nascimento Universidade Estadual de Goiás, Câmpus São Luís de Montes Belos
  • Diogo Alves da Costa Ferro Universidade Estadual de Goiás, Câmpus São Luís de Montes Belos
  • Bruna Paula Alves da Silva Universidade Estadual de Goiás, Câmpus São Luís de Montes Belos
  • Daniel Rodrigues da Silva Universidade Estadual de Goiás, Câmpus São Luís de Montes Belos

Palavras-chave:

Bovinocultura leiteira. Cruzamento. Homeostasia. Termorregulação.

Resumo

O trabalho foi conduzido em uma propriedade leiteira no município de Cidade de Goiás, com
objetivo de avaliar os parâmetros fisiológicos de vacas Jersolando e Mestiças Holandês-Gir em
lactação, em diferentes períodos do ano. A coleta de dados foi realizada em duas fases: período
chuvoso (janeiro a março) e o período seco (agosto a outubro). Foram utilizadas 14 vacas, em
lactação, com idades semelhantes, divididas em dois grupos genéticos, sendo sete Jersolando e sete
7/8H + 1/8G, distribuídas em delineamento inteiramente ao acaso. Observou-se que não houve
diferença significativa entre os animais avaliados quanto à temperatura retal e de superfície, no
período seco. Durante o período chuvoso não houve diferença da temperatura retal, mas houve na
temperatura de superfície. Não houve diferença significativa entre os grupos genéticos avaliados
quanto à frequência respiratória, nos diferentes períodos do ano. O maior valor no período vespertino
pode estar relacionado com uma maior incidência dos raios solares, promovendo um aumento na
frequência respiratória. Os animais Mestiços e Jersolando são adaptados ao sistema de criação, pois
mantiveram os parâmetros fisiológicos nas condições de termoneutralidade. Os animais Jersolando
apresentaram maior temperatura de superfície corporal, evidenciando a maior dificuldade em perder
calor por meio da sudorese.

Biografia do Autor

  • Kahena Lagares de Mendonça Milhomem, Universidade Estadual de Goiás, Câmpus São Luís de Montes Belos
    PBIC/UEG
  • Rafael Alves da Costa Ferro, Universidade Estadual de Goiás, Câmpus São Luís de Montes Belos
    Docente do curso de Zootecnia/UEG
  • Maurício Luís Galvão Lacerda, Universidade Estadual de Goiás, Câmpus São Luís de Montes Belos
    PBIC/UEG
  • Ramon Carmo do Nascimento, Universidade Estadual de Goiás, Câmpus São Luís de Montes Belos
    PVIC/UEG
  • Diogo Alves da Costa Ferro, Universidade Estadual de Goiás, Câmpus São Luís de Montes Belos
    Docente do curso de Zootecnia/UEG
  • Bruna Paula Alves da Silva, Universidade Estadual de Goiás, Câmpus São Luís de Montes Belos
    Docente do curso de Zootecnia/UEG
  • Daniel Rodrigues da Silva, Universidade Estadual de Goiás, Câmpus São Luís de Montes Belos
    Discente do curso de Zootecnia/UEG, Câmpus São Luís de Montes Belos

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Publicado

2018-04-10

Edição

Seção

Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação - Seminário de Iniciação Científica - Painel