AVALIAÇÃO DE PROPRIEDADES FÍSICAS DE ARROZ BASMATI DURANTE O ARMAZENAMENTO.

Autores

  • Karina Rabelo Fonseca Universidade Estadual de Goiás, Campus Anápolis de Ciências Exatas e Tecnológicas
  • Mateus Morais Santos Universidade Estadual de Goiás, Campus Anápolis de Ciências Exatas e Tecnológicas
  • Frank Freire Capuchinho Universidade Estadual de Goiás, Campus Anápolis de Ciências Exatas e Tecnológicas
  • Samuel Alexandre de Abreu Dias Universidade Estadual de Goiás, Campus Anápolis de Ciências Exatas e Tecnológicas
  • Guilherme Terra Cruz Universidade Estadual de Goiás, Campus Anápolis de Ciências Exatas e Tecnológicas
  • Ivano Alessandro Devilla Universidade Estadual de Goiás, Campus Anápolis de Ciências Exatas e Tecnológicas

Palavras-chave:

Oryza sativa. Secagem. Temperatura.

Resumo

O desenvolvimento de cultivares de arroz com grãos aromáticos, de boa qualidade e
adaptados às condições de cultivo do Brasil, é uma grande oportunidade de agregar valor à produção
do arroz, já que o comércio tem mostrado interesse por grãos diferenciados, para preparação de pratos
da culinária internacional. Portanto objetivou-se determinar a variação das propriedades físicas do arroz
basmati durante o armazenamento. Foi utilizado o delineamento inteiramente casualizado, em
esquema fatorial 3 x 7, sendo uma Cultivar e duas linhagens de arroz basmati e sete períodos de análise
durante o armazenamento. As amostras foram secas em estufa com circulação forçada de ar, utilizando
a temperatura de secagem de 40 °C. Cada variedade foi dividida em 21 sub amostras, com
aproximadamente 190 gramas do produto com casca, que foram embaladas a vácuo em sacos de
polipropileno (PP), e foram armazenadas em temperatura ambiente, durante 180 dias. Foram
determinados: cor, massa de cem grãos, teor de água, e rendimento de engenho em três repetições.
As avaliações foram realizadas a cada 30 dias, num período de 180 dias. Pode-se concluir que a
Cultivar Jamine 85 foi a que mostrou os melhores resultados dos parâmetros avaliados durante o
período de armazenamento de 180 dias.

Biografia do Autor

  • Karina Rabelo Fonseca, Universidade Estadual de Goiás, Campus Anápolis de Ciências Exatas e Tecnológicas
    Graduação em Engenharia Agrícola, PBIT/UEG
  • Mateus Morais Santos, Universidade Estadual de Goiás, Campus Anápolis de Ciências Exatas e Tecnológicas
    Mestre em Engenharia Agrícola
  • Frank Freire Capuchinho, Universidade Estadual de Goiás, Campus Anápolis de Ciências Exatas e Tecnológicas
    Graduação em Engenharia Agrícola, PBIT/UEG
  • Samuel Alexandre de Abreu Dias, Universidade Estadual de Goiás, Campus Anápolis de Ciências Exatas e Tecnológicas
    Graduação em Engenharia Agrícola, PBIT/UEG
  • Guilherme Terra Cruz, Universidade Estadual de Goiás, Campus Anápolis de Ciências Exatas e Tecnológicas
    Graduação em Engenharia Agrícola, PBIT/UEG
  • Ivano Alessandro Devilla, Universidade Estadual de Goiás, Campus Anápolis de Ciências Exatas e Tecnológicas
    Docente do Curso de Graduação em Engenharia Agrícola, Campus Anápolis de Ciências Exatas e Tecnológicas - UEG, Anápolis (GO)

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Publicado

2018-04-10

Edição

Seção

Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação - Seminário de Iniciação Científica - Painel