Qualidade de vida de cuidadores de pacientes com distrofia muscular de Duchenne

Autores

  • Lorrane Caroline de Oliveira Escola Superior de Educação Física e Fisioterapia do Estado de Goiás (ESEFFEGO)
  • Iriana Moraes Eduardo Escola Superior de Educação Física e Fisioterapia do Estado de Goiás (ESEFFEGO);
  • Thaísa Fernandes Souza Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-Goiás)
  • Lorena Gomes de Medeiros Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo
  • Maysa Ferreira Martins Ribeiro Universidade Estadual de Goiás – ESEFFEGO – Goiânia-GO.
  • Cejane Oliveira Martins Prudente Universidade Estadual de Goiás – ESEFFEGO – Goiânia-GO.

Palavras-chave:

Qualidade de Vida. Cuidador. Distrofia Muscular de Duchenne

Resumo

A Distrofia Muscular de Duchenne (DMD) é o tipo de distrofia mais comum. O objetivo desse trabalho foi descrever a qualidade de vida (QV) de cuidadores familiares de pacientes com DMD e relacionar com aspectos sociodemográficos dos cuidadores e clínicos dos pacientes. Metodologia: Estudo transversal realizado em uma instituição de reabilitação de Goiânia - Goiás. A amostra foi composta por 30 cuidadores familiares. Os instrumentos aplicados foram: ficha de perfil sociodemográficos; Medida de Qualidade de Vida da Organização Mundial de Saúde (WHOQOLbref); e Escala de Vignos. Resultados: Houve relação significativa entre o meio de transporte e o domínio meio-ambiente (p=0,05). Houve correlação negativa entre a idade de início dos sintomas e o domínio psicológico (r=-0,44;p=0,01). Não foi observada relação entre idade, sexo, escolaridade e renda do cuidador com os domínios e pontuação geral do WHOQOL-bref; e não houve correlação entre a Escala Vignos e o WHOQOL-bref. Conclusão: Cuidadores familiares de pacientes com DMD apresentam comprometimento da QV. Cuidadores que utilizam carro possuem melhor QV no domínio meio-ambiente. Quanto mais cedo os pacientes iniciam os sintomas da doença, melhor é o aspecto psicológico da qualidade de vida do cuidador familiar.

Biografia do Autor

  • Lorrane Caroline de Oliveira, Escola Superior de Educação Física e Fisioterapia do Estado de Goiás (ESEFFEGO)
    Acadêmica de fisioterapia, programa PIBIC/CNPq
  • Iriana Moraes Eduardo, Escola Superior de Educação Física e Fisioterapia do Estado de Goiás (ESEFFEGO);
    Acadêmica de fisioterapia, programa PBIC/UEG
  • Thaísa Fernandes Souza, Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-Goiás)
    Pesquisadora Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-Goiás)
  • Lorena Gomes de Medeiros, Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo
    Pesquisadora Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo
  • Maysa Ferreira Martins Ribeiro, Universidade Estadual de Goiás – ESEFFEGO – Goiânia-GO.
    Doutora, docente do curso de Fisioterapia da Universidade Estadual de Goiás – ESEFFEGO – Goiânia-GO.
  • Cejane Oliveira Martins Prudente, Universidade Estadual de Goiás – ESEFFEGO – Goiânia-GO.
    Doutora, docente do curso de Fisioterapia da Universidade Estadual de Goiás – ESEFFEGO – Goiânia-GO.

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Publicado

2018-04-10

Edição

Seção

Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação - Seminário de Iniciação Científica - Apresentação Oral