Influência relativa de componentes ambientais, uso do solo e espaciais na estrutura da comunidade fitoplanctônica em sistemas lóticos

Autores

  • Pedro Henrique Francisco de Oliveira Universidade Estadual de Goiás (UEG) – Câmpus de Ciências Exatas e Tecnológicas, Henrique Santillo, Anápolis, GO.
  • Karine Borges Machado Universidade Federal de Goiás (UFG) – Instituto de Ciências Biológicas, Goiânia, GO.
  • João Carlos Nabout Universidade Estadual de Goiás (UEG) – Câmpus de Ciências Exatas e Tecnológicas, Henrique Santillo, Anápolis, GO.

Palavras-chave:

dispersão, fitoplâncton, metacomunidades, riachos, variáveis limnológicas

Resumo

O crescente interesse pelos fatores que moldam às comunidades em diversos ecossistemas vem sendo bem evidente em inúmeras literaturas. Entretanto, ainda há lacunas e controvérsias em prol de quais fatores afetam a estrutura de comunidades biológicas. No presente estudo, tivemos como objetivo analisar a influência dos preditores ambientais locais, regionais (uso do solo) e espaciais (dispersão) na estrutura da comunidade fitoplanctônica em ambientes lóticos do Cerrado. Um total de 30 ambientes lóticos foram amostrados, sendo esses 2a a 5a ordem, no sistema do Alto rio Tocantins (Bacia Tocantins-Araguaia, sub-bacia Tocantins) durante o período seco. Para análise das variáveis ambientais locais (físico-químicas e morfométricas), foram utilizados aparelhos digitais portáteis, onde às morfométricas constituíram-se da área e profundidade. Às variáveis regionais compuseram-se pelas classes de uso do solo, sendo realizado com base em imagens Landsat-TM 5, dentre outras disponíveis, onde o preditor espacial fora representado por filtros espaciais obtidos a partir de PCNM’s. A representatividade da comunidade fora de 65 espécies de algas, ao passo que o grupo das Diatomáceas compôs a maior riqueza. O preditor espacial foi o mais importante para explicar a estrutura da comunidade fitoplactônica. Obtivemos a estruturação dessa devida comunidade fitoplactônica (R² adj 0,05; p 0,048), ou seja, ampla capacidade dispersiva dos microorganismos planctônicos foi determinada para explicar a variação de espécies entre os pontos amostrais dos riachos estudos.

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Publicado

2018-04-10

Edição

Seção

Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação - Seminário de Iniciação Científica - Apresentação Oral