Qual o estado de preservação da vegetação ripária em áreas urbanas do Centro Goiano, Goiás?

Autores

  • Wilkison Queiroz de Brito Universidade Estadual de Goiás, Câmpus Formosa
  • Patrick Thomaz de Aquino Martins Universidade Estadual de Goiás, Câmpus Formosa

Palavras-chave:

Área de Preservação Permanente. Sensoriamento Remoto. Código Florestal Brasileiro. Cerrado.

Resumo

As zonas propiciam fluxos recíprocos de energia, nutrientes, matéria e organismos, permitindo o provimento de muitos serviços ambientais, tais como suporte natural a biodiversidade, aumento da produção biológica, infiltração de água, transformação de nutrientes, remoção de contaminantes e controle de enchentes e erosão. O presente trabalho tem como objetivo identificar o estado de preservação da vegetação ripária nas cidades do Centro Goiano. A metodologia aplicada utilizou técnicas de geoprocessamento e Sensoriamento Remoto e se baseou no Código Florestal para delimitação das zona ripária. Foi identificado que a maior parte das cidades possui zona ripária, com faixas marginais de 30 metros, com algumas apresentando faixa de até 100 metros. Este resultado, especificamente, denota o porte dos cursos d’água encontrados nas zonas urbanas desta mesorregião, os quais são caracterizados, majoritariamente, como córregos, rios intermitentes ou mesmo efêmeros. Mais de 70% das cidades são de pequeno porte (até 20 mil habitantes), o que tende a favorecer ações de planejamento, gestão e restauração da vegetação ripária.

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Publicado

2018-04-10

Edição

Seção

Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação - Seminário de Iniciação Científica - Apresentação Oral