Avaliação da Capacidade Antioxidante de Produtos Derivados de Frutas do Cerrado
Palavras-chave:
DPPH. Polpas. PicolésResumo
Frutas do Cerrado são comercializadas in natura ou por meio de seus produtos derivados em agroindústrias, como polpas congeladas, sorvetes e picolés. O objetivo deste estudo foi avaliar o potencial antioxidante de polpas e picolés de frutos do Cerrado, por meio de modelo “in vitro” 2,2 difenil-1-picril hidrazil radical (DPPH). As análises foram realizadas com polpas de Spondias mombin (cajá), Annona muricata (graviola), Hancornia speciosa (mangaba) e Spondias tuberosa (umbu) e picolés de Eugenia dysenterica (cagaita), Spondias dulcis (cajá-manga), Anarcadium humile (cajuzinho do cerrado), Spondias purpúrea (seriguela) e Spondias tuberosa (umbu). Os resultados foram expressos em EC50 (mg/L), que corresponde à quantidade de extrato necessária para reduzir o radical DPPH em 50%, desse modo, quanto menor o EC50, melhor a capacidade antioxidante. A capacidade antioxidante (EC50 em mg/L) das polpas variou de 4377,26 a 22806,7 mg/L. A capacidade antioxidante dos picolés variou de 4248,86 a 24600 mg/L. A polpa e o picolé de umbu apresentaram o maior potencial antioxidante, com EC50 de 4377,26 e 4248,86 mg/L, respectivamente. A divulgação sobre o potencial terapêutico dessas espécies pode contribuir para a preservação e manejo sustentável do Cerrado.Downloads
Publicado
2018-04-10
Edição
Seção
Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação - Seminário de Iniciação Científica - Painel