AVALIAÇÃO MORFOLÓGICA EXTERNA DA PROLE DE RATAS WISTAR TRATADAS COM EXTRATO SECO DE Momordica charantia Linn

Autores

  • Ana Luisa Trautenmuller Universidade Estadual de Goiás. Câmpus de Ciências Exatas e Tecnológicas. Anápolis
  • Jonathan de Almeida Soares Universidade Estadual de Goiás. Câmpus de Ciências Exatas e Tecnológicas. Anápolis – GO.
  • Joelma Abadia Marciano de Paula Universidade Estadual de Goiás. Câmpus de Ciências Exatas e Tecnológicas. Anápolis – GO.
  • Vanessa Cristiane Santana Amaral Universidade Estadual de Goiás. Câmpus de Ciências Exatas e Tecnológicas. Anápolis – GO.

Palavras-chave:

Medidas morfométricas. Melão de são Caetano. Plantas medicinais. Organogênese.

Resumo

Estudos sobre a avaliação da segurança do uso de plantas medicinais e fitoterápicos no Brasil ainda são incipientes e muitas espécies são utilizadas com base somente no seu uso popular. Alguns compostos químicos contidos nos extratos de plantas podem comprometer a gestação, promovendo danos ao organismo materno e/ou ao embrião/feto. Sendo assim, estudos multidisciplinares têm se tornado cada vez mais importantes para a definição dos potenciais terapêuticos e tóxicos de extratos vegetais. Nesse contexto, a Momordica charantia L. é uma planta utilizada na medicina tradicional popular devido às suas diversas propriedades terapêuticas. Entretanto, existem poucos estudos que avaliam o uso das suas folhas durante a gestação. Sendo assim, este estudo avaliou o desenvolvimento morfológico da prole de ratas Wistar tratadas com o extrato seco das folhas de M. charantia nas doses de 500, 1000 ou 2000 mg/kg durante o período da organogênese. Os resultados mostraram uma discreta redução na medida látero-lateral do tórax dos fetos dos grupos 1000 e 2000 mg/kg em relação aos grupos 500 mg/kg e controle. Entretanto, não houve alteração nas demais medidas morfométricas avaliadas. Portanto, o extrato seco das folhas de M. charantia nas doses testadas não provocou efeito embriofetotóxico considerável em ratos Wistar.

Biografia do Autor

  • Ana Luisa Trautenmuller, Universidade Estadual de Goiás. Câmpus de Ciências Exatas e Tecnológicas. Anápolis
    Laboratório de Farmacologia e Toxicologia de Produtos Naturais e Sintéticos
  • Jonathan de Almeida Soares, Universidade Estadual de Goiás. Câmpus de Ciências Exatas e Tecnológicas. Anápolis – GO.
    Laboratório de Farmacologia e Toxicologia de Produtos Naturais e Sintéticos
  • Joelma Abadia Marciano de Paula, Universidade Estadual de Goiás. Câmpus de Ciências Exatas e Tecnológicas. Anápolis – GO.
    Laboratório de Estudos Botânicos, Químicos e Biológicos de Plantas Medicinais
  • Vanessa Cristiane Santana Amaral, Universidade Estadual de Goiás. Câmpus de Ciências Exatas e Tecnológicas. Anápolis – GO.
    Laboratório de Farmacologia e Toxicologia de Produtos Naturais e Sintéticos

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Publicado

2018-04-10

Edição

Seção

Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação - Seminário de Iniciação Científica - Painel