DETERMINAÇÕES EXTERNAS DAS REVOLUÇÕES NA AMÉRICA LATINA
Palavras-chave:
Imperialismo. Revoluções. América LatinaResumo
As Revoluções na América Latina não aconteceram única e exclusivamente nos territórios em que insurgiram, mas foram resultados de constantes embates não só contra o governo em voga mas também contra as interferências externas, em especial dos Estados Unidos. Essa influência norte-americana influenciou profundamente no desenrolar dos movimentos revolucionários e com isso acabou impossibilitando o sucesso em alguns lugares, como no México e na Nicarágua, e ainda dificultando o estabelecimento do poder revolucionário como em Cuba. O presente trabalho analisará obras historiográficas para entender de que maneira esses autores responsabilizaram esses imperialismo nos levantes populares do século XX. Os Estados Unidos seguia uma política externa que dava supremacia à seu direito de interferência nos países latino-americanos, para que assim seu poder político e econômico, além dos seus investimentos nesses países fossem garantidos, portanto, os autores aqui estudados analisam essa política externa para que assim possam explicar como a político expansionista de um país pode ou não definir os rumos de um país que deveria ter autonomia política e econômica, para que suas decisões fossem tomadas em busca de atender aos interesses internos da população e não aos interesses imperialistas de uma outra nação, como os Estados Unidos.Downloads
Publicado
2018-04-10
Edição
Seção
Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação - Seminário de Iniciação Científica - Painel