MORTE E VIDA NAS GRANDES CIDADES NA PEÇA “O ARQUITETO”, DE RUI TAVARES

Autores

  • Letícia Krentkoski Campus Anápolis de Ciências Exatas e Tecnológicas Henrique Santillo, da Universidade Estadual de Goiás,

Palavras-chave:

Modernismo. Arquitetura contemporânea. Urbanismo. Usuário.

Resumo

O trabalho enfatiza e traz como eixo estruturador a obra de Rui Tavares, escritor e historiador português, O arquiteto, assim como outras duas obras escolhidas, Jane Jacobs com Morte e Vida de grandes cidades e a obra do Jan Gehl, Cidade para pessoas. Os autores abordam temas semelhantes, com formações profissionais diferentes, assim como a época e o formato publicado, consequentemente sob perspectivas diversas. O levantamento proveniente das leituras realizadas deve responder aos questionamentos em relação ao modernismo, abrangendo temas como a generalização do usuário, o extremismo do funcionalismo, o arquiteto no papel da “criação divina” do espaço urbano e a modificação da demanda por projetos - a relação do público-privado. Além de enfatizar a discussão da arquitetura como obra de arte e não como um espaço voltado para o usuário, uma escultura com o papel somente mercadológico e estético.

Biografia do Autor

  • Letícia Krentkoski, Campus Anápolis de Ciências Exatas e Tecnológicas Henrique Santillo, da Universidade Estadual de Goiás,
    acadêmica do curso de Arquitetura e Urbanismo no Campus Anápolis de Ciências Exatas e Tecnológicas Henrique Santillo, da Universidade Estadual de Goiás, bolsista pelo programa PBIC/UE

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Publicado

2018-04-10

Edição

Seção

Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação - Seminário de Iniciação Científica - Painel