SÉRIE HISTÓRICA DA CESTA BÁSICA EM ANÁPOLIS – 2015-2017

Autores

  • Lívia Ramêro Universidade Estadual de Goiás– Campus CSEH
  • Joana D’arc Bardella Castro UEG/Câmpus CSEH Anápolis/GO.

Palavras-chave:

Custo. Índice. Calculo.

Resumo

Os hábitos e costumes das regiões provocam disparidades nas preferencias dos consumidores no que se refere a suas cestas de bens a serem adquiridas ao longo do tempo. Assim, o Decreto Lei 399/1938, estabeleceu as quantidades necessárias de alimentos que o trabalhador precisaria para manter-se em condições de trabalho, a Cesta Básica. Ao longo do tempo, os preços foram evoluindo e não apresentaram a mesma trajetória do salário mínimo o que provocou a redução do poder aquisitivo do trabalhador. Estudos acompanham estas evoluções em todo o país nos principais Centros de Estudos Econômicos, e permitem que governos tenham informações para realizar projeções de custos, mostrando a capacidade aquisitiva da sociedade local. Esse estudo objetivou calcular mensalmente a evolução do custo da Cesta Básica, estabelecida para a cidade de Anápolis no período de fevereiro a dezembro de 2015, com base no cálculo do Índice de Laspeyres, tendo como base o preço médio e, respectiva, quantidade de cada produto. A coleta de dados foi realizada nos seis maiores e mais frequentados supermercados do município. Pode-se notar que a partir de julho a inflação para a Cesta Básica de Anápolis passou a ser muito maior que o IPCA.

Biografia do Autor

  • Lívia Ramêro, Universidade Estadual de Goiás– Campus CSEH
    Aluna pesquisadora Voluntária de Iniciação Científica- PVIC do Curso de Ciências Econômicas da Universidade Estadual de Goiás– Campus CSEH
  • Joana D’arc Bardella Castro, UEG/Câmpus CSEH Anápolis/GO.
    Doutora pela UnB em Economia. Orientadora, docente do curso de Ciências Econômicas

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Publicado

2018-04-10

Edição

Seção

Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação - Seminário de Iniciação Científica - Painel