Variações ambientais no estresse oxidativo e resposta antioxidante de peixes em riachos

Autores

  • Saulo Fernando de Oliveira Afonso Universidade Estadual de Goiás - Câmpus Anápolis de Ciências Exatas e Tecnológicas - Henrique Santillo
  • Carlos Filipe Camilo-Cotrim Universidade Estadual de Goiás - Câmpus Anápolis de Ciências Exatas e Tecnológicas - Henrique Santillo
  • Max Miller Bicudo dos Reis Universidade Estadual de Goiás - Câmpus Anápolis de Ciências Exatas e Tecnológicas - Henrique Santillo
  • Fabrício Barreto Teresa Universidade Estadual de Goiás - Câmpus Anápolis de Ciências Exatas e Tecnológicas - Henrique Santillo
  • Luciana de Souza Ondei Universidade Estadual de Goiás - Câmpus Anápolis de Ciências Exatas e Tecnológicas - Henrique Santillo

Palavras-chave:

Biomarcadores. Peixes. Estresse oxidativo. Efluentes. Sazonalidade.

Resumo

O estresse oxidativo, estado de desequilíbrio entre a produção de agentes oxidantes e a resposta do sistema de defesa, pode resultar em danos a macromoléculas do organismo, como DNA, proteínas e lipídios. Biomarcadores, respostas do organismo a alterações ambientais, podem ser mensurados para a identificação de agentes estressores. Os peixes são organismos comumente utilizados para a análise de biomarcadores, pois ambientes aquáticos estão sujeitos a diversas alterações, como pH, temperatura, poluição, alteração do volume de água, que causam degradação das condições físico-químicas da água, sendo assim, de extrema importância a análise do efeito da sazonalidade em organismos aquáticos. Este presente trabalho teve como objetivo a avaliação do efeito da sazonalidade sobre biomarcadores de peixes em riachos poluídos, comparando-se a peroxidação lipídica e danos genotóxicos em células de peixes de um riacho receptor de efluentes industriais durante os períodos de seca e chuva, utilizando-se um riacho que não recebe efluentes como padrão de comparação. Os resultados indicam que não houve efeito da estação, mas houve efeito genotóxico para o riacho que recebe efluente, já que o teste de anormalidades nucleares e micronúcleo apresentou resultado significativo (p<0,05). Já o teste de peroxidação lipídica não apresentou resultado significativo para níveis de MDA tanto no fígado quanto nas brânquias (p=0,30 e p=0,68, respectivamente).

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Publicado

2018-04-10

Edição

Seção

Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação - Seminário de Iniciação Científica - Painel