Poder, literatura e memória: a representação da tirania em Luciano de Samósata

Autores

  • Nayara Rodrigues Vinhal Universidade Estadual de Goiás Campus de Uruaçu
  • Edson Arantes Junior Universidade Estadual de Goiás Campus de Uruaçu

Palavras-chave:

Luciano de Samósata. Tirano. Tiranicida. Império Romano. Retórica. Introdução

Resumo

No presente artigo, Poder, literatura e memória: a representação da tirania em Luciano de Samósata, temos o objetivo de discustir a representação da tirania por meio da obra O Tiranicida. No discurso O Tiranicida, de Luciano de Samosáta, apresenta os argumentos de alguém que se diz tiranicida. Esse “tiranicida” reclama os benefícios advindos por matar indiretamente o tirano de uma cidade grega. O homem que pede a esses benefícios, diz que matou o filho do tirano, este ao ver o filho morto se mata; desse modo esse homem se diz um tiranicida. Para corroborar essa tese ele analisa a legislação grega que beneficia o tiranicida, bem como os benefícios que a morte desse tirano traria; além de outros argumentos que pudessem levar ao convencimento de que ele realmente é um tiranicida, e que sua ação foi de fundamental importância para aquela cidade. Luciano de Samosata, escreve essa obra no período século II d.C., em que a tirania não é mais uma instituição existente, já que o Império Romano dominava as cidades gregas. Nesse sentido nos questionamos sobre a intencionalidade de se retomar esse “velho” tema nesse período.

Biografia do Autor

  • Nayara Rodrigues Vinhal, Universidade Estadual de Goiás Campus de Uruaçu
    Bolsista UEG modalidade PVIC/UEG, graduando no curso de Licenciatura Plena em História
  • Edson Arantes Junior, Universidade Estadual de Goiás Campus de Uruaçu
    Orientador, Doutor em História. Professor dos cursos de História, atual diretor da Universidade Estadual de Goiás, Campus Uruaçu.

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Publicado

2018-04-10

Edição

Seção

Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação - Seminário de Iniciação Científica - Painel