Crescimento micelial e esporulação de Alternaria alternata sob diferentes regimes de temperatura

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Resumo

Resumo: O tomateiro constitui umas das hortaliças mais cultivadas em todo mundo, contudo, apresenta alta susceptibilidade à diversos patógenos. A mancha de alternaria ou pinta-preta é um dos principais problemas fitossanitários mais frequentes na cultura sendo constatada em condições de alta umidade e temperatura, que propiciam bom desenvolvimento do patógeno. O objetivo do presente trabalho foi avaliar o efeito de diferentes regimes de temperatura no crescimento micelial e esporulação de Alternaria alternata na ausência de luminosidade. Foram utilizados quatro isolados obtidos a partir de lesões de folha e fruto de tomateiro, cultivados in vitro em meio Batata Dextrose Ágar (BDA) e pertencentes ao banco de isolados da Universidade Estadual de Goiás, Câmpus Ipameri. Placas de Petri com meio de cultura BDA, contendo discos das colônias, foram mantidas a 10ºC, 15ºC, 20ºC, 25ºC, 30ºC e 35ºC, na ausência de luz. Foram avaliados os diâmetros das colônias aos (4,6,8 e 10 dias após a incubação. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado (DIC), com quatro repetições para cada isolado e os dados foram submetidos à análise de variância, regressão e ao teste Scott-Knott (P<0,05). Os diferentes regimes de temperatura interferiu significativamente no crescimento micelial dos isolados. A temperatura de 30°C proporcionou o maior crescimento micelial do patógeno e à temperatura de 25ºC observou-se maior esporulação.

Palavras-chave: Olericultura. Alternariose. Solanum lycopersicum. Epidemiologia.

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Publicado

2019-04-30

Edição

Seção

Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação - APRESENTACAO ORAL - INICIAÇÃO CIENTÍFICA - CIÊNCIAS AGRÁRIAS