A “MATA VIRGEM, DE RAUL SEIXAS
METÁFORA, POLISSEMIA E IRONIA COMO RECURSOS ESTÉTICOS PARA A AMBIGUIDADE NATUREZASEXUALIDADE
Resumo
Este trabalho é de cunho qualitativo e se propõe a interpretar a relação ambígua entre natureza e sexualidade na capa do disco Mata Virgem, do compositor e cantor baiano Raul Seixas, de 1978 e na canção de mesmo nome, que faz parte desse disco. Vamos analisar o modo como o artista utiliza a metáfora, a polissemia e a ironia enquanto recursos estéticos para traçar tal relação de duplo sentido. A discussão é feita à luz do diálogo entre a Análise do Discurso e a Semântica Cognitiva.
Palavras-chave: Mata Virgem. Metáfora. Polissemia. Ironia. Natureza-sexualidade
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Publicado
2019-04-17
Edição
Seção
Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação - JORNADA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO