PRÁTICAS LOCAIS DO INGLÊS BRASILEIRO NA ERA PÓS-MÉTODO

Autores

Resumo

Por meio da geração de material empírico representada por três narrativas orais de três professorxs de língua inglesa, este estudo reflete sobre práticas de língua inglesa em um cenário chamado por alguns autores (ALLWRIGHT, 1991;   ALMEIDA FILHO, 1993; KUMARAVADIVELU, 2003; PRABU, 1990; WIDDOWSON, 1978) de era “pós-método”. Neste contexto, em que as questões de língua e de práticas translíngues (RAJAGOPALAN, 2003) conquistam cada vez mais  rotagonismo, podemos dizer que é a hora e vez para promulgar o agir enquanto prática localizada (SILVESTRE, 2017) e o momento “para (re)pensarmos a concepção de língua e, por conseguinte, a sala de aula de línguas” (ZOLIN-VESZ, 2015, p. 9), caminhando na direção contrária de práticas universalizantes e de receitas únicas. A fundamentação teórica passa pelas contribuições de autores que trabalham com a relação entre língua, modos de estruturação de nossas bases epistemológicas e os desdobramentos identitários das nossas práticas linguísticas, como Jordão (2014), Duboc (2015), Monte Mór (2015), Bourdieu (1982), Rajagopalan (2003), Silvestre (2017), Pennycook (2012),Cope & Kalantzis (2017), entre outros.

Palavras-chave: Práticas de língua inglesa. Ensino de inglês. Inglês brasileiro.

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Publicado

2019-04-16