ATMOSFERA MODIFICADA NA CONSERVAÇÃO PÓS-COLHEITA DE CAJÁ-MANGA
Resumo
Objetivou-se neste estudo avaliar a qualidade pós-colheita do cajá-manga (Spondias dulcis Forst) submetidos a diferentes embalagens com atmosfera modificada. Adquiriu-se os frutos na fazenda vinícola Jabuticabal, no município de Hidrolândia-GO. As análises foram realizadas no Laboratório de Secagem e Armazenamento Pós-colheita do curso de Engenharia Agrícola no Campus de Ciências Exatas e Tecnológicas – Henrique Santillo – UEG. Foi utilizado o delineamento inteiramente casualizado com esquema fatorial duplo 5x8, com 4 repetições. Foram avaliadas diferentes embalagens, sendo elas: embalagem de polipropileno (PP), embalagem de polietileno de baixa densidade (PEBD), embalagem de cloreto de polivinila (PVC) + poliestireno expandido (EPS), embalagem de polietileno tereftalato (PET) e controle (sem embalagem). E realizou-se análises físicas, físico-químicas e químicas, como: conservação pós-colheita, perda de massa, coloração (a*, b*, L), firmeza e índice de maturação. Os dados originados das análises foram submetidos à análise de variância (P<0,05), e quando significativos foi feito o teste de comparação de médias Tukey (P<0,05) e análise de Regressão. Com base nos resultados, o tratamento de embalagem PP foi o que apresentou melhores resultados para a conservação pós-colheita, perda de massa, Luminosidade, firmeza de polpa e índice de maturação ao longo do período analisado.
Palavras-chave: Spondias dulcis Forst. Embalagens. Cajarana. Armazenamento. Qualidade.