AÇÃO DO ÁCIDO ROSMARÍNICO NA REDUÇÃO DE DANOS HEPÁTICOS INDUZIDO POR CCL4
Resumo
As doenças hepáticas são decorrentes das atividades desenvolvidas pelo fígado, como metabolização e desintoxicação de substâncias. O objetivo deste trabalho foi verificar a capacidade hepatoprotetora do ácido rosmarínico (AR) puro, in vivo (ratos fêmeas), no tratamento das doenças hepáticas após intoxicação com tetracloreto (CCL4). Os dados fisiológicos e o potencial hepatoprotetor foram observados através dos exames bioquímicos e hematológicos da dosagem sanguínea das enzimas hepáticas L-alanina aminotrasferase (ALT), L-aspartato aminotrasferase (AST), -glutamiltransferase (GGT) e a fosfatase alacalina (ALP). Assim como pela dosagem de malondialdeído (MDA) em soro e histologia celular. O MDA é um biomarcador que possibilita a quantificação do estresse oxidativo celular nos sistemas biológicos. Este apresenta valores de referência variável, sendo utilizados como parâmetro de acordo com as condições experimentais.
Com o auxilio da microscopia pode-se avaliar os tecidos biológicos hepáticos, obtendo assim maior confiabilidade dos resultados. Os achados histológicos foram compatíveis com os clínicos. Os animais intoxicados com o CCl4 aumentaram os níveis de MDA e tiveram necrosamento das células hepáticas. No entanto, os animas que receberam o AR obtiveram uma redução nos níveis de MDA, consequentemente, teve-se uma minimização da inflamação a nível celular. Conclui-se que nas
doses estabelecidas para análise observou-se bons resultados hepatoprotetores.
Palavras-chave: antioxidante, hepatoproteção, lipoperoxidação, tetracloreto de carbono.