CLORETO DE CÁLCIO NA CONSERVAÇÃO PÓS-COLHEITA DE CAJÁ- MANGA

Autores

  • Maria Rita da Silva Teixeira Universidade Estadual de Goiás image/svg+xml
  • Gabriella Andrezza Meireles Campos Universidade Estadual de Goiás image/svg+xml
  • Maressa Silva Moreira Carvalho Universidade Estadual de Goiás image/svg+xml
  • Thayná Rodrigues de Moura Universidade Estadual de Goiás image/svg+xml
  • André José de Campos Universidade Estadual de Goiás image/svg+xml

Resumo

O cajá-manga é considerado um fruto com sabor exótico e com qualidades nutricionais, que ganha destaque no mercado brasileiro. O objetivo deste trabalho foi avaliar os efeitos do cloreto de cálcio, em diferentes teores, na conservação dos frutos de cajá-manga. Adotou-se delineamento experimental em esquema fatorial 5x8, sendo cinco teores de CaCl2 (0%, 1%, 2%, 3% e 4%) e analisadas a cada três dias (0, 3, 6, 9, 12, 15, 18 e 21 dias). Utilizou-se 4 repetições e três frutos por embalagem, sendo esta o cloreto de polivinila (PVC) + poliestireno expandido (EPS). As variáveis analisadas foram: conservação pós-colheita, perda de massa, coloração, pH e índice de maturação. Os dados originados das análises dos frutos foram submetidos à análise de variância (P<0,05) e, quando significativos, foi realizado a análise de Regressão. Constatou-se que o uso do cloreto de cálcio é eficiente na manutenção das características físicas e químicas do cajá-manga, propiciando vida útil de 21 dias. Os frutos tratados com 1% e 4% de cloreto de cálcio apresentaram resultados satisfatórios, mantendo a qualidade pós-colheita do fruto.

Palavras-chave: Spondias dulcis Forst. Armazenamento. Refrigeração. CaCl2.

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Publicado

2019-03-26

Edição

Seção

Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação - PAINEL - INICIAÇÃO CIENTÍFICA - CIÊNCIAS AGRÁRIAS