Composição físico-química do file de pacu-caranha em duas estações do ano produzidos em pesque pague
Resumo
A primavera provoca alterações pluviométricos e nas temperaturas. O Outono se tem aumento da incidência de ventos, redução das temperaturas, e umidade do ar. Dentre as espécies utilizadas na piscicultura no Brasil, o pacu, Piaractus mesopotamicus, e o tambaqui, Colossoma macropomum, têm sido largamente utilizados, principalmente em pesque pague. Desta forma, este trabalho foi desenvolvido com o intuito de analisar e quantificar a composição físico-química desta espécie em pesque pague de São Luís de Montes Belos. Para isso, doze exemplares foram adquiridos, em que seis foram obtidos nas estações de primavera-verão, e os outros seis exemplares foram obtidos nas estações de outono-inverno, assim foram transportados vivos em caixas com água para análise de incidência parasitaria e após sacrificar, os mesmos foram transportados em caixas térmicas com gelo, ao laboratório de bromatologia da UEG. Posteriormente, foi retirado os filés que foram submetidos a análise de: umidade, proteína bruta, lipídeos e matéria mineral. A média da composição físico-química encontrada para os animais na primavera-verão e outono inverno, respectivamente: matéria seca de 31,89% e 33,37%; proteína bruta de 20,11% e 13,63%; lipídios de 8,61% e 13,79%; matéria mineral de 1,01% e 1,05%. Conclui-se que as diferentes épocas influenciou na qualidade organoléptica do filé.
Palavras-chave: Pescado. Bromatologia. Primavera-verão. Outono-inverno.