Imagens e autoimagens do indivíduo moderno: visibilidades do sujeito nas narrativas contemporâneas
Resumo
Em proposta a pesquisa compromete-se em analisar como certas narrativas e imagens provenientes da chamada indústria cultural contemporânea se impõe na modernidade e como a literatura produzida a partir do século XX agrega em diegese signos que denunciam o sujeito moderno em seu itinerário de vivência e subjetividade. fez-se necessário analisar as obras que fundamentam a pesquisa sobre a perspectiva do moderno para entender como essas produções evidenciam a dinâmica do homem/mulher no circuito social. No cerne desse prisma temático temos as narrativas aqui analisadas, sendo: A hora dos ruminantes e Sombra de reis barbudos, ambos romances do goiano JJ.Veiga (1915-1999), o filme The Lobster (2015) do grego Yorgos Lanthimos (1973) e a série televisa Black Mirror (2011). Em suma, torna-se precípuo analisar o indivíduo contemporâneo lidando com as redefinições de normas que envolvem o ver, sentir e perceber. As obras referenciadas estão sólidas em um plano alegórico para compor denúncias sobre a modernidade e o regime de vigilância que dita e limita as noções de espaço e consequentemente de mobilidade social, onde o flagelo inerente à arbitrariedade de concepções contemporâneas define: ver, sentir, perceber, agir e fazer.
Palavras chave: Narrativas.Contemporâneo. Modernidade. Vigilância