Percurso afro-brasileiro
Resumo
Essa comunicação consiste na apresentação de resultados obtidos, como bolsista de iniciação científica. Projeto de pesquisa Alufás, “feiticeiros” e mandingueiros: trajetórias e práticas culturais de sacerdotes e curandeiros africanos em Goiás colonial e imperial (1720-1850) coordenado pelo Prof. Dr. Daniel Precioso (UEG). Procuraremos realizar alguns apontamentos, em perspectiva histórica, sobre as religiões afro-brasileiras e suas práticas. Propõe uma análise da presença africana
em Goiás desde a chegada dos colonizadores até a abolição do tráfico internacional de escravos, visando suprir uma lacuna existente nos estudos que abordam as práticas culturais dos africanos – cativos ou forros – nesse período. Seu objetivo geral é compreender as práticas culturais dos africanos escravizados em territórios goianos, com ênfase para as de sacerdotes e curandeiros (chamados de “alufás”, “feiticeiros”, entre outros termos). Deveram ser alcançados os objetivos específicos: por meio da leitura das obras de referência sobre o tema, compreender a difusão das práticas de cura e religiosas de africanos escravizados em Goiás colonial e imperial.
Palavras-chave: Africanos escravizados. Sacerdotes. Praticas religiosa. Goiás.