TERMOGRAFIA INFRAVERMELHA COMO FERRAMENTA NO DIAGNÓSTICO DE MASTITE SUBCLÍNICA EM BOVINOS DE LEITE.

Autores

  • Roberta Passini CCET, UEG
  • Caio C. A. Aires CCET-UEG
  • Jéssica C. D. Campos CCET-UEG
  • Luana A. Akamine FCAV/UNESP

Palavras-chave:

imagens termográficas, glândula mamária, bovinocultura leiteira

Resumo

Tecnologias inovadoras e biotecnologias vem contribuindo significativamente para o avanço em pesquisa animal. Desta forma, esta pesquisa teve como objetivo correlacionar dados da temperatura superficial das glândulas mamárias, produção de leite e contagem de células somáticas (CCS), para o diagnóstico de mastite subclínica. Foi utilizado delineamento inteiramente casualizado, com dois tratamentos, sendo dois grupos de vacas em lactação: PRI - primíparas e MUL - multíparas, com 10 repetições cada, totalizando 20 animais. Foram coletados os dados de produção de leite, Temperatura Superficial Média de Úbere (TSMU), obtidas por imagens termográficas, e CCS de cada animal. Houve uma diferença significativa (P<0,05) entre os tratamentos, sendo que vacas primíparas apresentaram valores maiores de produção de leite e temperatura superficial média do úbere. A contagem de células somáticas não diferiu estatisticamente (P>0,05) entre os grupos estudados. Foram observados valores de correlação de r = -0,49 entre a temperatura superficial média de úbere (TSMU) e CCS; de r = -0,40 entre a CCS e produção de leite e; de r = 0,17 para TSMU e produção de leite.

Biografia do Autor

  • Roberta Passini, CCET, UEG
    Docente do Curso de Engenharia Agrícola
  • Caio C. A. Aires, CCET-UEG
    Graudado em Engenharia Agrícola
  • Jéssica C. D. Campos, CCET-UEG
    Mestranda em Engenharia Agrícola
  • Luana A. Akamine, FCAV/UNESP
    Doutoranda

Downloads

Publicado

2018-04-10

Edição

Seção

Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação - JORNADA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO