AS VEREDAS LITERÁRIAS DO CERRADO: A EXTENSÃO COMO FORMAÇÃO DE LEITURA DA LITERATURA DE GOIÁS

Autores

  • Zilda Dourado Pinheiro Universidade Estadual de Goiás Autor
  • Gabriel Ferreira de Sousa Universidade Estadual de Goiás Autor
  • Rosangela do Nascimento Costa Universidade Estadual de Goiás Autor

Palavras-chave:

Literatura de Goiás, Literaturas Africanas de Língua Portuguesa, Clube de leitura

Resumo

O presente trabalho tem como objetivo geral apresentar um relato de experiência sobre a execução do projeto de extensão “As veredas literárias do cerrado: práticas de incentivo à leitura da Literatura de Goiás”. Essa ação de extensão promove uma formação de leitores de Literatura produzida em Goiás, bem como o diálogo com a Literatura produzida pelos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa, a saber: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe. Esse projeto é desenvolvido por meio de dois clubes de leitura, o “Goiás em versos: um clube de leitura”, realizado no primeiro semestre de 2025, na modalidade on-line; e o “Goiás e África: um clube de leitura”, na modalidade presencial; este em andamento no presente semestre. O arcabouço teórico está fundamentado na Coleção Artífices, da Editora IFG, responsável pela reedição de dez obras literárias publicada pela Editora da Escola Técnica, entre 1949-1969; em Fonseca & Moreira (2007), sobre as Literaturas Africanas de Língua Portuguesa; e em Cosson (2014), sobre o Letramento Literário. A metodologia utilizada é a da Sequência Didática Básica do Letramento Literário, de Cosson (2014), dividida em quatro fases: motivação, introdução, leitura e interpretação. Essas atividades de motivação, leitura e interpretação estão adaptadas para os clubes de leitura, por meio da discussão de poesias de escritores goianos e de crônicas de escritores africanos. Até o presente momento, esse projeto contemplou a leitura dos seguintes autores: Gilberto Mendonça Telles, Yêda Schmaltz, Leodegária de Jesus, Cora Coralina, a respeito da poesia produzida no estado de Goiás; e Kalaf Angelo, de Angola, a respeito das Literaturas Africanas de Língua Oficial Portuguesa. Os resultados parciais estão materializados em um conjunto de comentários críticos desenvolvidos pelos participantes dos clubes.

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Publicado

2025-12-19