Avaliação de substratos e profundidade de semeadura na emergência e desenvolvimento de ipê rosa

Autores

  • Bruna Cândida Rodrigues Universidade Estadual de Goiás, Campus Palmeiras de Goiás
  • Héria de Freitas Teles Universidade Estadual de Goiás, Campus Palmeiras de Goiás

Palavras-chave:

Handroanthus heptaphyllus. mudas.viveiro.

Resumo

O ipê rosa (Handroanthus heptaphyllus (Vell.) Mattos) em função de seu florescimento
exuberante são muito utilizados no paisagismo, arborização de ruas e avenidas e em
reflorestamentos. Objetivou-se, com este trabalho, avaliar a emergência e o desenvolvimento de
mudas de ipê rosa e ipê branco em diferentes tipos de substratos e profundidades de semeadura. Os
substratos avaliados foram: solo + vermiculita; solo + areia lavada; solo + areia + vermiculita; e solo +
areia + esterco bovino curtido; e as profundidades de semeadura de 1 e de 3 cm. As variáveis
analisadas foram: porcentagem de emergência aos 7, 14, 21 e 28 dias; altura da planta (cm) e
diâmetro do colo (mm) aos 30, 60, 90 e 120 dias. Não houve diferenças nas porcentagens de
emergência nos diferentes substratos testados. O substrato que obteve melhor desenvolvimento das
mudas de ipê rosa foi a mistura de solo, areia e esterco bovino curtido. Já a menor profundidade de
semeadura proporcionou a maior porcentagem de emergência e melhor desenvolvimento das mudas
para as duas espécies.

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Publicado

2018-04-10

Edição

Seção

Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação - Seminário de Iniciação Científica - Painel