Análise dos Aspectos Genéticos e Comportamentais envolvidos no Transtorno do Espectro Autista (TEA)

Autores

  • Elaine de Oliveira dos Santos ESEFFEGO
  • Thaís Cidália Vieira ESEFFEGO

Palavras-chave:

Transtorno do espectro autista. Autismo. Educação Física e TEA. Autismo. Genética TEA. Diagnóstico TEA.

Resumo

Nos últimos anos, o termo Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) vem sendo utilizado,
nas publicações, para se referir a uma classe de condições neurodesenvolvimentais que, geralmente,
inclui o transtorno autístico, o de Asperger, o desintegrativo da infância e o transtorno global do
desenvolvimento não especificado, também conhecido como autismo atípico. Não existe cura para o
TEA e nenhum estudo aponta formas preventivas para o transtorno, o que os especialistas e
estudiosos indicam é o diagnóstico precoce. O comportamento social do indivíduo é o primeiro indício
do transtorno e geralmente é repetitivo e estereotipado. A capacidade de interação e comunicação
fica diretamente afetada, podendo essas diferenças serem diagnosticadas nos primeiros anos de vida
ou serem muito sutis de modo a serem identificadas ao longo do desenvolvimento. Este trabalho teve
como objetivo realizar uma pesquisa bibliográfica com estudos dos últimos 10 anos sobre os
principais aspectos genéticos e comportamentais envolvidos no TEA e a importância do diagnóstico
precoce destes indivíduos. Diante dos estudos analisados, pode-se concluir que apesar de não existir
um tratamento que cure o transtorno do espectro autista, através do diagnóstico precoce e do
tratamento adequado é possível que o indivíduo autista desempenhe papel social e atividades
cotidianas.

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Publicado

2018-05-25

Edição

Seção

Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação - Seminário de Iniciação Científica - Painel